Ensino Médio

04/05/2010

 

30.06.2014

  

 

 

 

Alunos do Emilie dão novo rumo à história

 

A Faculdade Instituto de Administração (FIA) sediou, de 18 a 22 de junho, a SIEM - Simulação de Organizações Internacionais para Ensino Médio. Em pleno feriado, nossos alunos foram extremamente atuantes, conseguindo mudar a história em seus comitês. Participamos da Revolução Americana (1776) com alunos no Congresso da Filadélfia e no Parlamento Britânico e também fizemos parte do Comitê Bretton Woods.
Na Revolução Americana, a maioria de nossos alunos era do Parlamento Britânico e, por meio de batalhas, conseguiram levar a Grã-Bretanha à vitória. Os Estados Unidos nunca se tornaram independentes. As 13 colônias permaneceram com a Inglaterra.
Os rumos da história também foram alterados em Bretton Woods: a nação mais rica do pós-guerra passa a ser a Inglaterra!

 
Alunos que participaram da SIEM:

 
Revolução Americana
Thayna Cerdeira - Joseph Hewes (Carolina do Norte)

Parlamento Britânico
Gabriel Barroso - Simon Harcourt
Giovana Leite - Thomas Thynne
Giulia Covre - Henry Howard
João Pedro da Silva - George Townshend
Pedro Enrique Costa - Francis Seymour-Conway
Pedro Henrique Jones - William Legge

Bretto Woods (Conferência realizada pelas nações aliadas em 1944, durante a II Guerra Mundial, para definir as regras comerciais e financeiras entre os países quando terminasse a guerra)
Daniela Martins - Colômbia
Lucas James Faga - Etiópia
Letícia de Melo - Uruguai
Julia Conde - Haiti

Nosso ex-aluno, Gustavo Vicente, formando de 2013, estava na Mesa Diretora da Operação Fall Blau (Stalingrado - 1941, II Guerra Mundial).

A SIEM não dá menção honrosa nem prêmio. Os alunos com melhor desempenho são os que se destacam por conseguir mudar a história a favor dos interesses das personagens que representam. E foi o nosso caso!

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Rita Lopes, Professora da Disciplina Eletiva de Relações Internacionais
 
 

 

 




Créditos: Rita Lopes

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29.04.2014


“Applets”: um jeito diferente de testar os movimentos na Física.


Há algumas semanas, os alunos da 1ª série tiveram uma experiência de aprendizado diferente. Com a supervisão constante do professor Luís Ortega e com todos os aparatos de medição, eles foram investigar o ângulo da ladeira íngreme que fica ao lado do Colégio. Quando voltaram para a sala, eles tiveram a oportunidade de aprofundar os conceitos que haviam aprendido e discutir com os colegas os resultados da pesquisa.
É num momento de debate como esse que surgem as dúvidas e são levantadas hipóteses, por exemplo, que velocidade é possível atingir em ladeiras com essa inclinação? Para responder a essa pergunta, alunos e professor retornaram ao local para tirar a prova das suposições.
Preparado o ambiente do experimento e diferentes marcações realizadas a cada cinco metros, os alunos atentos tomavam suas posições para medir o tempo que o professor e sua bicicleta passariam por eles. No alto da rua, estava o professor Ortega em sua bicicleta, pronto para descê-la. Quando a descida começou, que emoção! Cada cronômetro apresentava uma medida de tempo. Que velocidade ele alcançara? 
De volta ao interior da escola, a mesma experiência em novas condições de terreno, em vez da irregularidade da rua, a uniformidade do piso do pátio. E agora, que velocidade ele poderia alcançar?
Após investigações tão diferentes, surgiu mais uma possibilidade de estudar o movimento, um programa de computador chamado “applet”, que simula fenômenos físicos e permite que o aluno interaja virtualmente com esses fenômenos, escolhendo aspectos isolados que gostaria de observar. A esse respeito, Ortega diz que “se, por exemplo, o aluno quer estudar a velocidade atingida por um ciclista ao descer a ladeira, é possível isolar aspectos do fenômeno e estudar suas consequências com ou sem resistência ar, com vento contrário ou a favor, terreno liso ou irregular, pedalando ou sem pedalar, etc. qualquer veículo, de uma bicicleta a uma caminhão, deixado para descer livremente a partir do topo, atinge velocidade terminal de 40km/h. Por que a velocidade independe do tamanho do móvel? Essa é uma curiosidade que descobriremos a seguir....”. Os movimentos do cotidiano sendo testados na “ponta de um click”. 

 

 


 

 

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 20.03.2014


 

AULA DE FÍSICA NA PRÁTICA

 



Sabendo o quanto pode ser rico investigar uma curiosidade de Ciências, José Luis Ortega, professor de Física do Ensino Médio fez diferente e levou o grupo da primeira série a uma atividade a céu aberto bem conhecido dos pais e alunos do colégio.
A lateral da rua de acesso à entrada principal apresenta um aclive que, aquele que está a pé, transpira para chegar ao topo e o que está de carro cruza os dedos para não derrapar feio. E a questão proposta aos estudantes foi: “qual o ângulo dessa dor de cabeça?”. A mobilização foi geral. Os motoristas que por ali passavam foram convidados a dar opinião. “Quarenta a sessenta graus” foi o consenso entre os leigos. Um deles, de profissão engenheiro, com um aplicativo específico do celular foi conferir o resultado e o manteve em segredo. Afinal, era essa a missão dos jovens curiosos.
Para cumprir esta “prova de ladeira” foram utilizados diferentes instrumentos de medição com a intenção de verificar o risco de se apresentar diferença nas leituras. A partir do uso de equipamentos convencionais a aplicativos de alta tecnologia criaram-se modelos de medição que permitiram interferir, representar e prever ocorrências, “que é como se pode vivenciar a teoria” confirma Ortega. O professor reforça de que na prática o aluno percebe que o real sofre flutuações e explica: “O asfalto não é liso, tem oscilações que interferem na medição”.
Para os cálculos foram retomados conceitos e aprendizados de Ciências e de Matemática dos anos anteriores e foram apresentadas novas fórmulas para aguçar sobre o aprendizado a ser aprofundado nos anos futuros. A finalização do trabalho acontece com a entrega de um relatório ilustrado. Se bem que Ortega não termina por aí. “E se um carro sem freio descesse a ladeira, que velocidade alcançaria?”. No caso, a resposta está numa fórmula calculada na segurança de uma sala de aula. Existe momento certo para aulas internas e a céu aberto – coisa que quando bem estruturadas encantam os alunos.
“Medimos de várias maneiras a inclinação da ladeira: balão, inclinômetro, trena, aquário, prumo...”, lembrou animada Camila Alves, aluna da 1a E.M C. “Foi curioso comparar a opinião dos motoristas com o resultado final”, disse Marcelo Nascimento, também da sala C. “Até os vizinhos de prédio ficaram curiosos”, brincou Ortega.
Para quem também está curioso sobre o ângulo de inclinação, a sugestão é perguntar a um dos alunos ou ao próprio Ortega. Se bem que ele irá sugerir ir até a ladeira e tirar a dúvida na prática.



 

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 14.03.2014

A arte revelando a História e a Matemática.


Na manhã do dia 11 de março, as disciplinas formaram um dueto prazeroso e muito convidativo ao conhecimento. Os alunos da 2ª série do ensino médio tiveram um encontro especial com as disciplinas de Matemática e História por meio da arte. 
Numa aula de dupla docência, os professores apresentaram em quadros e relatos a presença fundamental dos conceitos da Matemática e as influências sociais do pensamento de uma época, devidamente registrados pela História. 
Essa visão ampliada sobre um mesmo tema enriquece a aula e permite que os alunos vislumbrem a importância da aprendizagem interdisciplinar e que no mundo, o conhecimento tem significado de uma maneira integrada.



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