Irmãs Azuis no Brasil e no mundo


"... por conta da distância física e cultural, a América do Sul foi o maior desafio (para as Irmãs Azuis), a grande semeadura, mas também a grande colheita.
As primeiras sementes foram recolhidas na dor da expulsão da pátria, juntamente com os frades da Terceira Ordem Regular de São Francisco, que atuavam na mesma região de origem das Irmãs Azuis.
E aquele grupo de exilados, de coração ardendo pela missão que estavam prestes a abraçar, lançaram seu barco ao oceano imenso e foram para o Brasil, para as terras quentes do Mato Grosso. O trabalho começou mais rapidamente do que o esperado e, antes mesmo que as Irmãs dominassem a língua local, já falavam a língua da acolhida, aquela que estabelece laços de confiança entre todos os povos.
Foram, pois, esses laços velozmente estabelecidos que trouxeram as primeiras alunas e órfãs, que abriram as portas do convento aos pobres quando eclodiu uma revolução local, que arregaçou logo as mangas das Irmãs para trabalharem no hospital e enfrentarem as epidemias, que pendurava as redes dos que vinham chegando, que remava os barcos para atravessar os rios e levar o Evangelho.
E foi a consolidação desses laços que abriu novas casas, que levou as Irmãs para outras regiões, que enfrentou as cidades grandes, que conquistou vocações."

 

Patrizia Bergamaschi, BRILHO INTENSO SOBRE AZUL PROFUNDO
 


Hoje, as Irmãs Azuis estão em quatro continentes. Sem dúvida, isso aconteceu e está acontecendo, porque Emilie colocou a congregação sob a proteção de Maria. É, portanto, nos braços da Mãe de Jesus que estão todas as nossas escolas.

As Irmãs continuam vivendo o sonho de Emilie nos lugares mais diversos: em missão inserida nos meios populares, onde vivem, na vida da sociedade e da paróquia, em diferentes frentes de trabalho, especialmente junto aos pobres e às pessoas em situação de risco, junto aos prisioneiros, às crianças de rua, às mulheres marginalizadas ou maltratadas; atuam na promoção da mulher, na alfabetização de adultos, na pastoral da criança, junto aos indígenas, em estabelecimentos escolares e no mundo da saúde.

De modo geral, as Irmãs são enviadas a lugares pobres e necessitados.

Mas, conforme o desejo de Emilie, podem “empreender certas obras que não tenham por objetivo o cuidado dos pobres, mas estas devem ser consideradas secundárias e só podem ser assumidas para contribuir com o êxito das primeiras”. 

A Congregação é essencialmente missionária e pode enviar as Irmãs fora de seu país de origem, “onde a voz dos pobres as chamar”. 

Para mais informações sobre a presença das Irmãs Azuis no mundo, acesse o site mundial da Congregação: www.cic-castres.org

Para mais informações sobre a presença das Irmãs Azuis no Brasil, acesse o site da Província de São Paulo: www.irmasazuissp.net


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